Sexta-Feira , 18 de Abril de 2008 às 18:33h

A capa do disco

Por Agnaldo Almeida

Lá pelo início dos anos 60, a Associação Paraibana de Imprensa tinha uma boa coleção de música clássica. Gonzaga Rodrigues e Geovani Montenegro, entre outros, passavam horas e horas ouvindo os discos e tinham por hábito acompanhar o que ouviam lendo as informações na contra-capa do disco sobre as mudanças de movimentos, entrada de instrumentos, etc.

Acontece que muita gente mexia naqueles discos e era comum colocá-los em capas diferentes, fazendo a maior confusão.

Pois bem, lá estava Gonzaga se deleitando com os eruditos e dando uma aula a “Báu Calça Véia”, com base no que lia na contra-capa. . Báu notou que a descrição de Gonzaga não batia com o que estava ouvindo.Pediu a capa ao amigo e caiu na risada:

- Gonzaga, tu ‘tás lendo a capa errada. Essa capa é de outro disco.

Gonzaga, para não ficar por baixo, saiu-se com essa:

- Eu sei. Era só pra ver se tu ‘tava prestando atenção.





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Quinta-Feira , 17 de Abril de 2008 às 11:41h

O erro de Paulo

Por Anco Márcio

Quando eu era repórter do Correio lá na Barão do Triunfo, meu irmão Paulo, hoje médico famoso em Brasília e Belo Horizonte, me pediu para que eu arranjasse um emprego pra ele.Na época, Paulo devia ter uns vinte anos.Usando todo o meu "prestígio" arranjei um emprego de revisor à noite, lá no Correio mesmo.

Ele começou a trabalhar, tava até gostando, até o dia que veio um balanço da Telpa para publicar no jornal.Telpa mesmo que era a telefônica daquele tempo.Pois foi nesse balanço que Pauo lascou-se.Deixou passar na revisão, um erro que convertia milhares em milhões de cruzeiros, "melando" o balanço...

A Telpa pediu republicação e quem pagou essa republicação foi meu irmão que trabalhou uns seis meses de graça pra repor o prejuízo...Depois foi demitido...

Deve ser por isso que ele hoje nem lê jornal...





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Quarta-Feira , 09 de Abril de 2008 às 19:46h

Mais uma do baú de Lenilson

Político de oposição nunca teve vez nos microfones da emissora oficial do estado, a Rádio Tabajara. Isso em todos os governos. Na época em que foi diretor operacional da Tabajara, no governo de Tarcísio Burity, o jornalista Franto Júnior apresentava programa de debate no horário do almoço.

Um dia ele acionou da Assembléia Legislativa o repórter Lenilson Guedes para fazer um flash da sessão, que acabara de terminar. Mal iniciou sua participação, Lenilson foi interrompido por Franto que queria saber se havia algum deputado em plenário. Lenilson informou que só havia Pedro Adelson, adversário ferrenho do governador.

Franto mandou botar ele no ar. O próprio Pedro Adelson quase não acreditava que era para falar na rádio Tabajara.

 - Quem é o doido que mandou me entrevistar? Indagou o parlamentar.

- Foi Franto Júnior, respondeu Lenilson

E aí, na primeira oportunidade que teve de falar, Pedro Adelson já foi descendo o pau no governador Burity.
De imediato Franto Jr. cortou a entrevista.

- Deputado, obrigado pela participação aqui no programa.






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Terça-Feira , 08 de Abril de 2008 às 18:48h

De saco cheio

"Lúcia Braga, primeira dama do Estado, estava sendo alvo de homenagens na pérgula da piscina do Hotel Tropicana. E bota discurso de dondocas da sociedade fazendo média com a primeira dama.

O governador Wilson Braga já tava de caso cheio de passar uma tarde inteira só ouvindo discursos. Foi então que ele mandou Lenilson Guedes, que era o mestre de cerimônia, pôr um ponto final na solenidade. Lúcia partiu para cima de Lenilson revoltada, querendo saber quem tinha dado a ordem de encerrar a solenidade.

- Foi o governador, dona Lúcia, disse Lenilson.

Virando-se para o governador Lúcia atacou: - Wilson, ainda tinha fulano, sicrano..

Resposta de Wilson:

- E tu achas que eu vou ficar a tarde inteira sentado só ouvindo discursos? Tenho mais o que fazer.

Dito isso, Wilson foi se embora.





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Terça-Feira , 08 de Abril de 2008 às 18:44h

Umas e outras com a Bandeira

Por Lenilson Guedes

Waldo Tomé era chefe de gabinete do governador Ronaldo Cunha Lima e não se dava muito bem com Tina Gondim, a chefe do cerimonial do Palácio da Redenção. Sempre que havia solenidade do governador, Waldo achava de se meter no trabalho de Tina.

 Certa vez, numa tarde de domingo, Ronaldo foi abrir a feira de animais no parque de exposição do Cristo, em João Pessoa. O governador chegou atrasado, por volta das 18 horas, e o cerimonial decidiu suspender as solenidades de hasteamento da bandeira.

Waldo Tomé, que se fazia presente, implicou que o locutor Lenilson Guedes deveria anunciar o hasteamento da bandeira. Tina Gondim o tempo todo dizendo que não.

 O fato é que prevaleceu a ordem da chefe do cerimonial. Ao final da solenidade, Waldo Tomé tomou o microfone e disse: - Por uma falha do cerimonial não houve o hasteamento da bandeira. Em seguida, largou o microfone no chão e foi tomar umas com o poeta.





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Terça-Feira , 18 de Março de 2008 às 12:33h

Outra do repertório de Anco

Enviada por  Anco Márciio

Juarez Felix, juntamente com Enoque Pelágio, formou a dupla de melhores repórteres policiais da cidade.Enoque no rádio e Juares no velho Correio da Barão do Triunfo, no tempo em que Bosco Gasper era editor.

Como naquele tempo havia um crime por mês. ao invés de três por dia como hoje,o velho Juarez Bute (ele era chamado assim) escascaviava tudo,Crime do Poço, Crime da Bambu, ele era informado sobre tudo.

De noite, ia descansar pelos bares tomando apenas uisque, sua babida predileta.Evitava faler nos crimes. Mandava que se lesse o jornal.Um dia, Juarez viu que estava ganhando pouco.Resolveu pedir aumento a Soares Madruga, diretor do Jornal.

Chegou bem cedinho e falou com a voz meio gaga como sempre:
-Madruginha eu quero um aumento...
-Ainda tás bebo, Juarez, que história é essa de aumento...?

-Eu tou precisando, Madruginha...
-Precisando todo mundo tá...Mas eu num posso dar aumento só a você...
-Mas eu preciso!!

-E pra que danado você quer dinheiro...
Foi aí que o finado Juarez, cabeça ainda cheia dos vapores etílicos, respondeu:
-É pra garantir o uisque das crianças...
--
Anco Márcio





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Segunda-Feira , 25 de Fevereiro de 2008 às 07:06h

Os conselhos de Prezado

Enviada por Anco Márcio

Anos setenta.A Rádio Correio da Paraiba estava no auge do sucesso, recém inaugurada no Ponto de Cem Réis.Eu trabalhava lá, fazendo a "Hora da Pilantragem!" e era repórter do "Cidade Aberta" um programa de meio dia diferente desses de hoje. Mas deixa isso pra lá.

O diretor de programação era Pedro Santos, maestro, compositor e excelente homem de radio.Na equipe tinha ainda Biu Ramos, Ipojuca Pontes, Sonia Iost, Luiz Andrade, Martinho Moreira Franco, Alarico Correia, como se vê, uma equipe de primeira..

Foi então, mais ou menos no segundo mês da rádio que criamos na nossa reunião semanal aos sábados na saudosa Casa dos Frios. o "Conselheiro Z" um programa onde o tal conselheiro receberia cartas com casos de amor e daria seus conselhos.

Mas quem seria o tal Conselheiro?Pedro gritou de lá:
-Vai ser Prezado!!!
Prezado não era radialista nem muito menos Conselheiro.Era sim, um experimentado funcionários do Correios e Telegrafos, dono de uma bela voz que por ser do Partido Comunista (coisa séria naquele época) havia se aproximado da gente...

Prezado aceitou, pois além de tudo, ia ter carteira assinada e uma graninha extra no final do mês.Começaram os preparativos , se gravou a abertura e de duas as três lá estava Severino Prezado (O nome dele é Severino) dando conselhos sentimentais

O pessoal da rádio tinha ordem para não revelar a identidade do Conselheiro Z.Tinha que ser uma coisa meio misteriosa.O tempo foi passando e o montão de cartas chegando.Um dia deu-se a merda!!

Chegou uma mulher que tinha recebido um conselho de Prezado e tinha dado tudo errado, e, não se sabe como, conseguiu subir para a cabine!!Foi uma desgraceira!!A mulher era vizinha de Prezado e quando o viu por lá, de voz empostada, dando conselhos e mais conselho, mão se conteve:.


-Seu Biu, o Conselheiro é o senhor?Logo vi que isso era enrolada!!Fui seguir seu conselho e me lasquei!!O senhor só viver bebo!!
Foi um trabalhão pra tirar a mulher de lá. Mas foi facílimo tirar o programa do ar uma semana depois...





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Quarta-Feira , 06 de Fevereiro de 2008 às 17:23h

As gravações do padre

Enviada por Anco Márcio

Rádio Tabajara.
Anos setenta ou oitenta.
Tempo dos velhos gravadores Akai de rolo.
O pessoal aproveitava as fitas que vinham da Alemanha pra gravar programa.
Pois bem.Tinha um padre ainda jovem que fazia uma "reflexão" por volta das sete da manhã. E ele gravava tudo, de segunda a sábado de uma só vez, anunciando antes o dia.
Por esse época tinha um operador na rádio chamado Pires, que era o encarregado de botar a voz do sacerdote no ar. Um dia, ele colocou a fita do padre e no meio da reflexão veio uma tremenda de uma cólica...Dessas de revirar as tripas...Pires correu pro banheiro e deixou a fita rodando. O padre falava:
-Garavando para o segunda feiro
-- ( Ele tinha sotaque alemão).

E lá saia toda a reflexão da segunda...Depois de uma pausa:
-Garavando para terça feiro...

E lá se ia a fala do padre.Eu sei quando Pires foi chegar pra desligar o gravador já estava na sexta feira...E a cidade toda ouvindo aquela loucura...Bons tempos aqueles...





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Quarta-Feira , 23 de Janeiro de 2008 às 09:46h

A seleção musical de Enoque

Por Petrônio Souto


Enoque Pelágio ganhou fama no rádio como repórter policial, mas também fez muito sucesso apresentando um programa de “disk-jockey”, na extinta Arapuan AM. Era o “Show da Tarde”, de segunda à sexta, das 14h00 às 16h00. A programação musical era de Gomes Filho e Arnaldo Soares, o “Cabo” Arnaldo, e oferecia o fino da música brega.

O recifense José Adauto Michiles, que adotou o nome artístico de Orlando Dias, estourou nas paradas, nos anos 50/60, com um repertório cheio de bolerões e dor de cotovelo. Suas músicas permaneceram no coração do povo, mesmo com o artista já amargando certo ostracismo. Mas Enoque sempre recomendava a Gomes e Arnaldo para não programarem as músicas dele, sem revelar no entanto os motivos da sua antipatia.

Na Arapuan, num tempo em que só havia três AMs na Capital, eu acumulava as funções de apresentador dos programas “João Pessoa, bom dia” e “Jogo Aberto” com a de diretor artístico da emissora, e, pelo machismo explícito de Enoque e os trejeitos do cantor Orlando Dias, já desconfiava dos motivos pelos quais o veterano homem de rádio não curtia o trabalho do “cantor do lenço branco”.

Aurinha Cerqueira, ouvinte assídua de quase todos os programas de rádio da cidade, espécie de “musa” dos locutores de todos os prefixos, depois de um papo ameno com Enoque, no ar, resolver fazer um pedido:

--Enoque, meu filho, toque “Tenho ciúmes de tudo”, de Orlando Dias.

Ficou o “buraco” no ar.

Meio sem jeito, Enoque finalmente revelou as razões do veto:

--Escolha outra, Aurinha, no meu programa só toca música de cantor que gosta de mulher...






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Quarta-Feira , 28 de Novembro de 2007 às 21:47h

O banquete

Enviada por Anco Márcio

Rádio Tabajara.Anos sessenta.

A rádio, a pedido do governador de então, tinha ordem para transmitir qualquer cerimônia que o governador fosse. E suas ordens eram cumpridas.
Geraldo Cavalcanti era o locutor oficial. Por essa época chegou de Cajazeiras, um mulato de mais de um e oitenta com uma bela voz, mas semi analfabeto. Marcaram um banquete de final de ano no Astrea, somente para autoridades. Na hora de sair o pessoal para a transmissão, cadê Geraldo?
Não estava e o banquete já ia começar... O governador ia!!! Alguém disse:manda fulano!!

Fulano era exatamente o locutor semi analfabeto... Ele foi, armaram tudo, começou o banquete, e o pessoal:

-Fala, Fulano, fala!!

Ele falou:

-Senhoras e senhores, iniciado o banquete...Nesse instante estão comendo a mulher do governador e o bispo..

Cortaram a transmissão...





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Quinta-Feira , 22 de Novembro de 2007 às 11:29h

A "besteira" que Anco fez

Por obra do acaso e por mera vaidade, fui nomeado Diretor Técnico da União, graças ao prestígio de Tião Lucena com o Homem. Peguei um período horroroso do jornal!! Faltava gente, faltava papel , faltava tudo!! Pra reportagem tinha um jeep Toyota, e na redação só metade das máquinas estavam inteiras... E eu achando que ia resolver tudo.

Mas Diretor Técnico de A União e Nada são sinônimos. Os salários eram baixíssimos... Aí, liderado por Land, o pessoal entrou em greve!!! Foram uns oito dias sem a o jornal circular... O Diário Oficial e o Da Justiça eram feitos escondidos numa sala do Palácio...Tomei uma decisão:vou falar com o Governador!!

E a muito custo consegui uma audiencia com Burity na Granja Santana!! Vesti o meu terno de casamento, e na hora marcada eu estava lá. Todo sem jeito. Foi a primeira e última vez que entrei na Granja. Burity me recebeu muito bem ao lado de Dona Glauce. Eu debulhei minhas mágoas...Contei tudo... Disse que o pessoal queria aumento, queria que se formasse um quadro, disse tudo, tudo!!

Burity levantou-se deu uma andadinha, pensou e disse:
-Mas Anco, o Diário Oficial ta saindo?
-Tá sim, Governador...
-E o da Justiça?
-Sai todo dia...

O governador disse:
-Então deixe como está, o pessoal volta...Depois eu penso no aumento...

Peguei o carro de volta para a redação que ficava em Jaguaribe. O pessoal tava todo na frente me aguardando.

-E aí, o que foi que o governador disse?

Falei como tinha entendido:

-Ele disse que a greve pode continuar...

Entrei na redação, peguei um papel e bati meu pedido de demissão...





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Domingo , 21 de Outubro de 2007 às 06:28h

As "pérolas" de Biu

O jornalista Biu Ramos é daquele tipo que perde um amigo mas não perde a piada. Durante anos, manteve na sua coluna a secção “Pérolas”, na qual fazia a maior gozação com os coleguinhas que davam os seus escorregões.
Mas o próprio Biu também fazia das suas.

Em 69, trabalhando na Rádio Correio, dava informações aos ouvintes sobre a emocionante aventura da chegada do homem à Lua, que ocorria naquele exato momento.
Quando Armstrong pisou no solo lunar, Biu anunciou:
- Atenção, atenção, senhores ouvintes, para este momento histórico. O homem acaba de aterrisar na Lua.
Só depois foi descobrir que isso seria tão impossível quanto alguém alunizar na Terra.
*********

Mas as pérolas de Biu serão sempre impagáveis. Outro dia, em conversa com Martinho Moreira Franco e Moacyr Japiassu, os três disputavam para ver quem se lembrava da manchete mais escabrosa que já havia lido.
Japiassu tinha anotado uma em que se dava a notícia de um padre aidético que havia deflorado a mocinha na sacristia. Moreira ficou com uma mais famosa:
- Bucelose ataca gado na caatinga.
Neste levantamento, Biu ficou indeciso. Não sabia se ficava com a “sutileza” do redator que assim noticiou a chegada de um padre no quartel:
- Membro do clero penetra no círculo militar.
A mais engraçada, porém, na sua opinião, foi a seguinte:
- Matou a mãe sem motivo justo.





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Quinta-Feira , 11 de Outubro de 2007 às 19:24h

Carro de corno

Antonio Barreto Neto era um dos melhores críticos de cinema do Nordeste e, quiçá do Brasil, como se dizia antigamente. E nesse ofício criticava muitas obras da Sétima Arte.

Um dia, depois de publicar um desses comentários, espinafrando um filme americano, chegou à redação do Correio da Paraíba, que ainda funcionava na rua Barão do Triunfo, 460. Lá, encontrou o fotógrafo Cabeção que havia lido o artigo. Ironizando, Cabeção comentou:

- É danado, o sujeito nasce nos Estados Unidos, faz o primário, o ginásio e a universidade, se forma em cinema, faz um filme e tudo isso pra Barreto Neto, aqui na Paraíba, dizer que o filme não presta.

Barreto engoliu em seco, mas com paciência de monge beneditino esperou a volta. Que não demorou.

Cabeção, sempre falando alto, anunciou na Redação que queria comprar um carro, mas estava em dúvida sobre a marca. Barreto então sugeriu:

- Compra um Gordini.

-Gordini é carro de corno, Barreto.

E o nosso monge retribuiu:

- É danado. O sujeito tem a sorte de nascer na França, cursa as melhores universidades, se especializa em engenharia mecânica e faz um carro só para Cabeção dizer que é um carro de corno.





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Quinta-Feira , 11 de Outubro de 2007 às 18:44h

Comentário atrasado

o blog tem de pedir desculpas ao leitor Mário Vinícius Carneiro. É que o seu comentário, datado do dia 3 de outubro, só agora está sendo liberado. Acho que houve algum problema técnico. Não sei, mas ficam os pedidos de desculpas ao nosso amigo.




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Sábado , 22 de 09 de 2007 às 12:11h

Olha Anco aí de novo

Se eu não me engano foi em 68.Collins, Aldrin e Armstrong viajaram para a Lua. Ia ser uma coisa inédita.Hoje há quem desminta.A Rádio Correio era no Ponto Cem Rèis.Desde as 7 horas que a gente bebia nos bares ali por baixo.eu, Luiz Andrade, Petrônio Ferreira e Biu Ramos.

Pra comemorar tomamos até um banho de roupa e tudo no tanque que abastecia a construção do Viaduto Damásio Franca.Finalmente se deu o pouso.Fomos dar o "furo".Subimos as escadas apressados , Luiz Andrade mandou abrir o microfone e soltou a célebre frase:

-Senhoras e senhores, o homem acaba de "aterrisar" na Lua!!!





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