Quinta-Feira , 29 de Julho de 2010 às 18:04h

O dentista no inferno


Olhem só a piadinha que anda circulando pela internet:

Um dentista desceu aos portões do inferno e foi admitido. Mal havia chegado, já estava insatisfeito com o baixo nível de higiene do inferno. Logo começou a fazer projetos e várias ações para coibir aquele caos.
Pouco tempo depois já não havia no inferno o insuportável mau hálito nas pessoas. Ninguém mais reclamava de dores de dente, os banheiros tinham escovódromos, e, por conseguinte, estavam mais limpos e cheirosos. O dentista era um cara muito popular por lá. Um dia, Deus chamou o diabo ao telefone e perguntou, ironicamente:

- E então, como estão as coisas aí embaixo?*E o diabo respondeu:

- Uma maravilha! Agora aqui todos se beijam, sorriem uns aos outros, não existem desdentados, as pessoas estão mais felizes... se alimentando melhor... isso sem falar no que o nosso dentista está planejando para breve!

Do outro lado da linha, surpreso, Deus exclamou:
- O quê!?! Vocês têm um dentista aí? Isso foi um engano! Dentistas nunca vão para o inferno. Mande-o subir aqui, imediatamente!

O diabo respondeu:
- Sem possibilidade! Eu gostei de ter um dentista e continuarei mantendo-o aqui.

Deus, já mais irritado, fala em tom de ameaça:
- Mande-o para cá, agora, ou tomarei as medidas legais necessárias.

Eis que o diabo soltou uma gargalhada:
- Hahahaha...! E onde é que você vai arrumar um advogado?

enviar nota para amigo

escrever comentário | sem comentários




Domingo , 25 de Julho de 2010 às 08:16h

Entre aspas


“A imprensa só será livre, se for rica. E só será rica se deixar de ser livre”. (De Hélio Fernandes, na Tribuna da Imprensa on line).

enviar nota para amigo

escrever comentário | sem comentários




Domingo , 25 de Julho de 2010 às 08:06h

O maior livro do mundo


 

A Hungria entrou para o Guinness, livro dos recordes, com o maior livro do mundo. A obra feita pelo húngaro Bela Varga, sua mulher e outros 25 voluntários mede 4,18 metros por 3,77 metros, pesa 1.420 quilos e conta com 346 páginas. O livro está exposto em Szinpetri, a cerca de 240 quilômetros da capital Budapeste, segundo a imprensa húngara.


enviar nota para amigo

escrever comentário | sem comentários




Domingo , 25 de Julho de 2010 às 07:45h

A "morte" do JB



A Folha de S. Paulo publica na edição deste domingo dois textos sobre a “morte” do Jornal do Brasil. Um deles é do poeta Ferreira Gullar, intitulado “É, os jornais também morrem”. O outro, que é bem mais extenso leva a assinatura do jornalista e crítico literário Wilson Figueiredo, sob o título “Da crise política fez-se o 'JB'. Ascensão e queda do Jornal do Brasil”.

Testemunha da ascensão e do declínio do "Jornal do Brasil", onde trabalhou de 1957 a 2003, chegando a diretor de Redação, Wilson Figueiredo rememora episódios da histórica reforma que modernizou o "JB" e as sucessivas crises políticas que moldaram o perfil do jornal. Em setembro o "JB" deixará de circular em papel.

 Leiam pequenos trechos dos dois artigos:

WILSON FIGUEIREDO:

O saldo do "JB" deixou o exemplo de uma escola moderna de jornalismo, ainda a ser estudada no quadro político, econômico, social e cultural do tempo já histórico em que transcorreu. Pois à medida que a crise política se impôs, o "Jornal do Brasil" marcou presença junto aos fatos e com opinião representativa e a coerência possível. Com a volta à normalidade política, porém, a empresa se desencontrou do destino que os jornais também têm, mas que não se lê nas estrelas.

 FERREIRA GULLAR

 Jornais custam a morrer. O "Jornal do Brasil", em consequência da reforma que fez dele o mais moderno jornal brasileiro da época, conheceu longo período de prestígio, o que lhe aumentou a tiragem e os anunciantes.
No curso das últimas décadas, muitos jornais do Rio -alguns que fizeram história- pararam de circular. O "Jornal do Brasil" entrou em crise já faz tempo, tendo se mantido graças a acordos com políticos e empresários, que dele se valeram para incrementar seus próprios projetos. Ou porque pretendiam apenas se servir dele mais do que salvá-lo, ou porque, quando um jornal começa a morrer, não há quem o salve, a verdade é que sua morte foi recentemente anunciada.
Melhor assim do que vê-lo circulando, como vinha, destituído de todas as qualidades que fizeram dele um grande jornal.


enviar nota para amigo

escrever comentário | sem comentários




Sábado , 24 de Julho de 2010 às 06:13h

Olha o que a moderna imprensa faz!


Uma desconhecida funcionária do Departamento da Agricultura se transformou na protagonista de uma história apaixonante que concentrou a atenção do país durante toda a semana e que deveria ser lembrada eternamente como um exemplo dos danos que a temeridade do jornalismo, o oportunismo político e o revanchismo ideológico são capazes de infligir a uma sociedade. O caso, no qual só a própria vítima demonstrou um comportamento sensato e humano, constitui uma vergonha para toda a elite dirigente.

Tudo pareceu acabar quando o próprio Barack Obama se desculpou diante do país pelo prejuízo causado a Shirley Sherrod, do qual ele não é o único culpado, e sim um entre muitos. Na quinta-feira ele lhe telefonou para apresentar suas desculpas pessoalmente. "Isto aconteceu em parte porque vivemos em uma cultura de meios de comunicação, na qual alguma coisa aparece no YouTube ou em um blog e em seguida se arma uma grande confusão", disse o presidente em uma entrevista na televisão.

O nome de Sherrod, que é negra, foi mencionado pela primeira vez na mídia na segunda-feira passada, quando um site da web de extrema-direita, Breidbart.com, reproduziu uma frase dela incluída em um discurso que permitia pensar que no passado tivesse discriminado um agricultor por ser branco.

Em poucos minutos essa frase percorreu todos os sites da Internet e os canais de notícias das televisões, juntamente com comentários de seus analistas, que condenavam o comportamento intolerável de uma funcionária pública e exigiam sua demissão. Menos de 24 horas depois, um auxiliar do secretário da Agricultura, Tom Vilsack, ligou para Sherrod e pediu sua renúncia.

Ela tentou explicar que era tudo um engano, que suas palavras tinham sido distorcidas, mas ninguém se deu o trabalho de escutá-la. Somente depois, quando já estava demitida e a mídia havia consumido completamente a carcaça, Sherrod pôde distribuir uma cópia completa de seu discurso e demonstrar que seu comportamento não só não foi racista, como foi altamente generoso.

O famoso discurso tinha sido pronunciado em março na Geórgia, em uma reunião da NAACP - a principal organização civil negra -, e durou 45 minutos. Nele, Sherrod referiu-se a um caso ocorrido 24 anos atrás, quando trabalhava para uma ONG que ajuda agricultores modestos, no qual ela convenceu um fazendeiro branco que se encontrava nas mesmas circunstâncias dramáticas que muitos negros haviam enfrentado durante muito tempo. O trecho de dois minutos que a mídia reproduziu dava a impressão de que Sherrod tinha discriminado aquele homem, mas a verdade é que ela salvou seu negócio e sua vida. O próprio fazendeiro, diante do escândalo armado, se manifestou para lembrar que guarda eterna gratidão por Sherrod.

Mas nenhum dos que reproduziram o corte de vídeo manipulado ou dos que reagiram a seu conteúdo teve o cuidado de procurar antes o fazendeiro - nem os jornalistas nem o secretário da Agricultura. Ninguém se incomodou em escutar o discurso completo de Sherrod. Ninguém exigiu do site Breitbart.com as provas sobre a veracidade de sua denúncia. É claro que isso não teria acontecido se o denunciado tivesse sido Bill Gates, mas Sherrod era uma desconhecida que podia ser atacada sem risco.

Ninguém se permitiu sequer suspeitar da estranha coincidência de que o suposto vídeo racista de Sherrod tivesse aparecido depois de um fim de semana em que uma convenção da NAACP havia formulado queixas bem fundamentadas sobre o racismo dos integrantes do Tea Party, o novo movimento civil extremamente conservador.

"Eu cansei de dizer: 'Esperem um pouco, leiam o discurso inteiro'. Mas ninguém me escutou", disse Sherrod na quarta-feira, amarga e frustrada. Então o secretário da Agricultura já havia lhe pedido que se reintegrasse ao cargo, mas agora ela não está com vontade de aceitá-lo.

Fica evidente nesse caso a falácia de alguns atores da ação política cotidiana, a negligência de grande parte dos meios de comunicação - os jornais mais sérios não repercutiram a história e "The New York Times" publicou um editorial de condenação, mas a rede Fox a transformou em sua própria causa - e o pânico que alguns políticos sentem da crítica. Falta saber por completo qual é a responsabilidade do próprio Obama.

Ela existe, para começar, como superior direto de Vilsack. Mas pode haver mais. O porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, afirmou que o presidente só foi informado sobre esse caso na terça-feira de manhã e que não pediu para se tomar medidas concretas contra Sherrod. Mesmo que assim fosse, é verdade que o primeiro presidente negro dos EUA, do mesmo modo que seus colaboradores, é refém do medo de aparecer diante da opinião pública como um defensor de sua raça.

"Se há uma lição para se aprender desse episódio", disse Obama ontem, "é a de não se precipitar em tirar conclusões ou apontar o dedo contra os outros. Eu comuniquei a minha equipe e aos departamentos do governo que é preciso se concentrar em fazer as coisas que é preciso fazer, e não as que pareçam politicamente convenientes a cada momento."

Fonte: Jornal El País


enviar nota para amigo

escrever comentário | sem comentários




Quinta-Feira , 22 de Julho de 2010 às 11:04h

Essa receita derruba qualquer um



Enviada por Carlos Germano

Receita de frango com whisky. Muito fácil e pratico.
Preste bem atenção na receita passo a passo.

-1 garrafa de whisky
-1 frango de, mais ou menos, 2 kg.
-1 kg de batatas
-500 ml de azeite extra virgem
-cheiro verde e pimenta à gosto

Modo de preparar:

-gratine as batatas
-beba uma dose de whisky
-tempere o frango com o cheiro verde, a pimenta e o azeite
-tome mais duas doses de whisky
-junte as baatatass no frango e leve ao forno
-toma oooooutra dose de wissski
-acompanhe visualmente o pato, quer dizer, o vrango prá num queimá
- mais uma dose de uviske
-deixa ele no vorno umas 4 horas bra ele zi vudê de calor

- bebe o viske na gaaaarraaava memo
-tira o bicho daquela pooorra de vorno
-pega o vrango que caiu no jão e limpa com a gamisa memo
-bebe mais uma
-desliga a bóóóósta do vogão, garaio!
-zi voda que gueimô, cê nem gosssta muito dessa porrra de bato
-levanta a calça que tá no meio da bunda
-pega o que zobro do viski, liga a tevesisão, deita no zofá e dómi.

Bom apetite!!! haha


enviar nota para amigo

escrever comentário | ler comentários (1)




Quinta-Feira , 22 de Julho de 2010 às 08:53h

O eleitor prostituto?


 
O palavreado de dom Aldo Pagotto quase sempre soa estranho. Enquanto para a maioria dos mortais, quem vende o voto é eleitor corrupto, para ele é “viciado ou prostituto”.

 Confesso que nunca havia considerado esse aspecto sexual dos eleitores corruptos. Mas, pensando bem...o prelado talvez tenha razão.


enviar nota para amigo

escrever comentário | ler comentários (1)




Quinta-Feira , 22 de Julho de 2010 às 07:59h

Quando Lula chorou


Lula: emoção e choro na Record


Foi ontem, ao falar sobre obras de seu governo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chorou durante entrevista para a TV Record.

 "Acho que estou ficando velho", disse Lula, depois de interromper a fala duas vezes por causa do choro. Ele se despede do cargo em pouco mais de cinco meses.

 Lula preferiu não dar uma nota para o seu governo, mas disse que irá entregar outro país para o sucessor. "Só vou fazer uma avaliação do governo depois de certo tempo."

 O presidente disse que não sabe como será sua vida após deixar o cargo. "Vai ficar eu olhando para a [primeira-dama] Marisa. E ela olhando para mim: e agora Lulinha?"

 Fonte: Folha de S. Paulo


enviar nota para amigo

escrever comentário | ler comentários (4)




Quinta-Feira , 22 de Julho de 2010 às 07:54h

O massacre em Ruanda


Por Agnaldo Almeida

A TV Cultura exibe hoje, a partir das 18h10m, o filme História de um Massacre. O filme, que foi lançado em 2007, registra os momentos terríveis vividos em Ruanda no auge da guerra entre as etnias tutsis e hutus.

 Dirigido por Roger Spottiswode, o filme conta a história do general canadense Romeo Dallaire, que é enviado pela ONU a Ruanda. O objetivo de sua missão é evitar, sem tomar partidos, que um conflito étnico transforme-se em tragédia.

 À medida que o perigo aumenta, outros países vão retirando seus compatriotas e funcionários, mas Dallaire recusa-se a abandonar os milhares de refugiados que estão sob sua proteção. Os recursos são poucos, a equipe de 454 dedicados soldados é pequena para alimentar e atender 32.000 tutsis e hutus moderados, abrigados dentro das instalações administrada pelas Nações Unidas.

De todos os filmes já feitos sobre o genocídio em Ruanda esse é o mais didático. Logo na abertura, relata como a situação começou. Antes da colonização belga, os ruandenses viviam como um só povo. A partir de 1916 foi introduzido um sistema de cartões de identificação que privilegiava a etnia minoritária dos tutsis, que passaram a ter preferência na educação, no trabalho e no poder. Em 1959, quando Ruanda se tornou independente, a Bélgica deixou para trás uma nação partida, dividida pelo ódio entre hutus e tutsis. Os hutus se rebelaram, tomaram o governo, exilaram e mataram os adversários.

Em 1990, uma força multi-etnica tutsi invadiu Ruanda pela fronteira com Uganda. Em 1993 foi assinado um tratado de paz, protegido pelas Nações Unidas, mas desrespeitado pelas milícias hutus, que exterminavam os tutsis e os hutus moderados a golpes de facão. Tentando salvar o maior número de pessoas, Roméo Dallaire viu-se obrigado a negociar e apertar a mão de homens que incentivavam o extermínio de crianças e o estupro de mulheres, nesta sangrenta luta pelo poder.


enviar nota para amigo

escrever comentário | sem comentários




Terça-Feira , 20 de Julho de 2010 às 12:05h

Lula tensiona a campanha


Trecho do editorial publicado na edição de hoje de O Globo:

 O choque entre o presidente, sua candidata e o Ministério Público eleitoral vem sendo construído com afinco desde o início do segundo mandato, quando Lula decidiu antecipar a campanha eleitoral e colocar o nome da ministra Dilma Rousseff na rua.

 Como, queiram ou não, há prazos legais para as diversas fases de qualquer campanha, Lula, de forma consciente, criou este conflito. Decidiu pagar o preço para tornar a ministra conhecida da massa do eleitorado.

 A legislação existe para supostamente dar condições de igualdade na disputa entre candidatos da situação e da oposição.

 Procura impedir o uso da máquina e do dinheiro públicos em benefício de uma única corrente política, forma deletéria de privatização do imposto pago pelo contribuinte, exemplo clássico de patrimonialismo, distorção da vida política brasileira praticada à direita e à esquerda.

 A Justiça eleitoral — talvez inibida diante da popularidade recorde de Lula — demorou a agir. E quando passou a multar o presidente-cabo eleitoral, em obediência à lei, não houve recuo do ocupante do mais elevado cargo da República.


enviar nota para amigo

escrever comentário | ler comentários (2)




Terça-Feira , 20 de Julho de 2010 às 11:57h

O equívoco dos maranhistas


Por Agnaldo Almeida

 Depois de estarrecer a opinião pública paraibana, a enxurrada de nomeações feitas pelo governador José Maranhão, muitas delas beneficiando parentes de integrantes do Judiciário, chega ao conhecimento da imprensa nacional e pode, a partir de agosto, se transformar num dos principais motes da campanha das oposições.

 As denúncias são todas graves. A mais recente, conforme revela o blog de Luiz Torres, dá conta de que em dois meses (maio e junho) o governo inchou a folha com mais dois mil novos servidores. São nomeações que já estariam sendo examinadas pelo Tribunal de Contas do Estado.

 A justiça eleitoral certamente não ficará de braços cruzados. Espera-se que mande investigar estas acusações diariamente publicadas nos blogs e portais da internet.

 Percebe-se junto a assessores governistas que eles não estão nem aí para as denúncias que vêm sendo feitas, todas elas com nomes e sobrenomes das pessoas beneficiadas com as nomeações. É como se uma hipotética proximidade com o Poder Judiciário pudesse, por si só, afastar qualquer possibilidade de punição.

 As coisas não funcionam assim. Não se pode imaginar que magistrados possam se deixar inibir no cumprimento de suas funções apenas por conta de benesses que estariam sendo distribuídas pelo governador José Maranhão.

 O Judiciário da Paraíba tem uma história de correção e já cortou até na própria carne quando se defrontou com condutas inadequadas por parte de alguns de seus integrantes. Não há ilegalidade nos atos do Executivo, mas é fora de dúvida que eles estão servindo para levantar suspeitas que deverão ser, quanto mais cedo melhor, desfeitas pela própria magistratura.

Pessoalmente, não tenho dúvidas de que isto acontecerá. E não penso que estas nomeações possam diretamente interferir no julgamento de causas que envolvam o governador do Estado e a sua candidatura à reeleição.

 Conheço alguns juízes e desembargadores e acredito que assessores governistas estão equivocados ao tentar passar a opinião pública a ideia de que as nomeações publicadas no DO poderão servir como moeda de troca para impunidades futuras.


enviar nota para amigo

escrever comentário | sem comentários




Segunda-Feira , 19 de Julho de 2010 às 16:51h

Champanhe a 60 mil dólares


Mergulhadores encontraram no mar Báltico, entre a Finlândia e a Suécia, o que pode ser uma caixa com as garrafas de champanhe mais antigas do mundo. O champanhe ainda pode ser consumido.

 O instrutor de mergulho Christian Ekstrom desceu às profundezas geladas do mar da região das ilhas Aaland e resgatou cerca de 30 garrafas de um navio naufragado.

 As garrafas teriam sido produzidas pela Clicquot (agora chamada de Veuve Clicquot) entre 1782 e 1788. O mergulhador e seus colegas levaram as garrafas para a superfície e abriram uma delas para provar o conteúdo, que ainda estava em boas condições.

 A garrafa foi enviada para a França onde passará por uma série de análises e, se sua idade e condições forem confirmadas, será o champanhe em condições de consumo mais antigo do mundo.

 Ekstrom e outros mergulhadores estavam explorando o navio naufragado no fundo do mar quando encontraram o que pode ser uma remessa de champanhe enviada pelo reio Luís 16, da França, para a imperatriz russa, Catarina, a Grande, por volta de 1780.

 Se as análises na França confirmarem que o champanhe é mesmo do século 18, especialistas afirmam que cada garrafa poderá valer mais de US$ 60 mil (cerca de R$ 106 mil).


enviar nota para amigo

escrever comentário | sem comentários




Segunda-Feira , 12 de Julho de 2010 às 19:44h

Homenagem ao Poeta


O TEMPO

                                                Mário Quintana


A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são seis horas!

Quando de vê, já é sexta-feira!

Quando se vê, já é natal...

Quando se vê, já terminou o ano...

Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.

Quando se vê passaram 50 anos!

Agora é tarde demais para ser reprovado...

Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio. Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...

Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...

E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo. Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.

A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.





enviar nota para amigo

escrever comentário | ler comentários (1)




Segunda-Feira , 12 de Julho de 2010 às 19:39h

Leis estranhas sobre sexo


 
1* No Líbano, os homens podem legalmente ter relações sexuais com animais, mas têm que ser fêmeas. Relações sexuais com machos são puníveis com a morte. (Sem comentários)


2* No Bahrain, um médico pode legalmente examinar a genitália feminina, mas ele é proibido de olhar diretamente para ela durante o exame. Ele pode apenas olhar através de um espelho. (Por a mão pode, olhar não!)


3* Os muçulmanos não podem olhar os genitais de um cadáver. Isto também se aplica aos funcionários da funerária... Os órgãos sexuais do defunto devem estar sempre cobertos por um tijolo ou por um pedaço de madeira. (um tijolo?).


4*A penalidade para a masturbação na Indonésia é a decapitação...(De qual cabeça???)


5* Há homens em Guam cujo emprego em tempo integral é viajar pelo país e deflorar virgens, que os pagam pelo privilégio de ter sexo pela primeira vez. Razão: Pelas leis de Guam, é proibido virgens se casarem.


6* Em Hong Kong, uma mulher traída pode legalmente matar seu marido adúltero, mas deve fazê-lo apenas com suas mãos. Em contrapartida, a mulher adúltera pode ser morta de qualquer outra maneira pelo marido.

7* A lei autoriza vendedoras a ficarem de topless em Liverpool, Inglaterra, mas somente em lojas de peixes tropicais.

8* Em Cali, na Colômbia, uma mulher só pode ter relações com seu marido, quando na primeira vez que isso ocorrer, sua mãe estiver no quarto para testemunhar o ato. (Imagina transar com a sogra assistindo? Fala sério....Vai começar a novela das oito, resolve rápido!).

9* Em Santa Cruz, na Bolívia, é ilegal um homem ter relações com uma mulher e a filha dela ao mesmo tempo. (Ficar esperando a vez do lado da cama pode!).

10* Em Maryland preservativos podem ser vendidos em máquinas somente em lugares onde são vendidas bebidas alcoólicas para consumo no local. (Tem que usar no balcão?).


enviar nota para amigo

escrever comentário | ler comentários (2)




Segunda-Feira , 12 de Julho de 2010 às 17:10h

A farsa do futebol brasileiro


 

Por Petrônio Souto

 Só duas coisas estão muito bem no futebol brasileiro: a CBF e o time de futebol da CBF que os ingênuos preferem chamar de seleção brasileira. A CBF é hoje uma grife, uma multinacional do futebol que possui pelo menos uma dúzia de patrocínios milionários de grandes marcas estrangeiras.

 Enquanto isso, o futebol brasileiro, o futebol que é jogado nos estádios do Brasil, o futebol que é feito para consumo interno, está entregue às moscas, com um gerenciamento desastrado e sem um público compatível com o prestígio que tem lá fora. Os borderôs e a média de público pagante no futebol brasileiro são uma piada. Só tem público nos jogos decisivos que contam com a participação de clubes de massa e nas rodadas finais dos campeonatos.

 Em muitas transmissões de jogos as emissoras de televisão “cobrem” as imagens com o áudio de grandes torcidas para dar a impressão de que o espetáculo mambembe está sendo assistido por uma multidão. Quando a câmera por algum descuido mostra as arquibancadas, elas estão praticamente vazias. Se não fosse a compra da exclusividade da transmissão, não se pagava nem o cachê do árbitro, já que, como quase todos os estádios são públicos, até a energia dos refletores é a “viúva” quem paga.

 As autoridades sabem mais do que ninguém que o nosso futebol está caindo pelas tabelas, mas temem contrariar os cartolas. No entanto, o estrago psicossocial que uma derrota da seleção causa ao povo é incomensurável. É como se fosse um desastre natural de grandes proporções, um tsunami no cotidiano do brasileiro comum. Mas isso não sensibiliza nossas autoridades que preferem manter uma coexistência pacífica com os atuais mandatários do nosso futebol.

 O fato é que o futebol brasileiro está precisando urgentemente de uma reestruturação profunda, radical. CBF, Federações Estaduais, Ligas, Clube dos 13, mercado do futebol (empresários, transações dentro e fora do Brasil), a confraria dos técnicos, as chamadas comissões de arbitragem, etc., tudo isso precisa de uma nova configuração. As coisas só melhoram dentro do gramado se melhorarem fora dele também. Aliás, as melhorias vêm sempre de fora para dentro do gramado. Foi assim, por exemplo, na Alemanha, na Holanda e na Espanha.

 O futebol que é jogado no Brasil é no mínimo de segunda classe. Até para formar seu time, a CBF ou a seleção brasileira, como preferem chamar os tolos, só utiliza jogadores que atuam no exterior, os chamados estrangeiros.

Daqui são convocados apenas um ou dois gatos pingados que normalmente ficam na reserva. Vivemos mais das glórias do passado.

 O Brasil se contenta em fornecer craques para o mercado europeu, enquanto as emissoras de televisão fazem contratos milionários para retransmitir os sofríveis campeonatos espanhol, alemão e italiano, onde as estrelas são os nossos rapazes, muitos retirados dos nossos gramados ainda na adolescência. Até no futebol continuamos fornecendo matéria-prima e importando manufaturados.

 Chegamos ao fundo do poço. O torcedor, o homem comum, aquele sujeito que coloca todas as suas emoções no futebol, não sabe mais nem a escalação da seleção brasileira. Enquanto isso, o time da CBF faz amistosos e participa de torneios pelo mundo afora, cobrando preços de magashows de rock, anunciando que representa o legítimo futebol pentacampeão do mundo.

 A questão não é mudar o técnico, a comissão técnica da seleção. O que devemos fazer neste momento é uma profunda reformulação no futebol brasileiro, até porque a Copa de 2014 será disputada em nossa casa e não podemos repetir o fiasco de 1950. O resto é conversa mole de quem provavelmente também está com a boca na gamela, dando uma de urubu na carniça.



enviar nota para amigo

escrever comentário | ler comentários (1)




Anterior - 1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7 - 8 - 9 - 10 - 11 - 12 - 13 - 14 - 15 - 16 - 17 - 18 - Próxima